Como bloquear sites usando o Firefox

Visando ajudar pessoas que pretendem efetuar o bloqueio de página da Internet em Laboratórios de Informática, empresas ou mesmo em suas residências, aqui está mais uma vídeo aula mostrando como se desincumbir dessa tarefa.

Veja as vídeo aulas e observe  como é simples o bloqueio de sites. 

Como converter diversos tipos de documentos para PDF, sem instalar nada



A vídeo aula de hoje dá a dica de como converter diversos tipos de documentos para PDF, sem instalar nada.

Extensões como doc, docx, odt, ods, odp, jpg, bmp, gif, png, txt, xls, ppt, pps, etc. são convertidos facilmente para PDF, em poucos segundos, on line, sem instalar nada.

Dessa forma, os Sistemas Operacionais Windows e Linux suportam tal conversão, apenas observando que no Linux, o navegador (browser) utilizado não pode ser o Internet Explorer, evidentemente.

Veja em Vídeos, no menu acima.

Como capturar áudio de vídeos do Youtube, sem instalar nada

Como capturar áudio de vídeos do Youtube, sem instalar nada - este é o tema da mais recente vídeo aula postada neste blog.

Na verdade, o procedimento descrito serve para retirar o áudio de qualquer vídeo publicado na Internet, bastando fazer a devida correção ou adequação, quando o vídeo não estiver no Youtube.

Veja aqui ou no menu Vídeos.

A importância da rádio escolar

A rádio escolar está diretamente relacionada com a utilização da mídia rádio no desenvolvimento da aprendizagem e da transformação dos professore e alunos da condição de consumidores da informação à categoria de produtores.

É uma oportunidade dos alunos, em particular, exercerem a criticidade em relação aos conteúdos informativos transmitidos pelos órgãos midiáticos em geral. Assim, a rádio escolar não é apenas um mero instrumento para enviar recados e colocar música, especialmente, aquelas de gosto duvidoso.

A rádio escolar pressupõe a elaboração de programas, geralmente educativos, em que a aprendizagem se dá durante sua elaboração e não depois de prontos. Isto significa um trabalho de equipe em que o aluno aprende, desde já, a ouvir, falar, julgar, respeitar, decidir, colaborar e acolher as decisões majoritárias, em que a gestão coletiva e democrática dos recursos, da programação e do saber-fazer sirvam para que a rádio escolar represente a totalidade dos envolvidos na escola e contribua para o pleno exercício da cidadania.

Nesse contexto, a pesquisa, a escolha das técnicas para a realização dos programas (entrevistas, rádio teatro, jingle, spot, enquete, reportagens, etc.), das músicas, do formato, etc. fazem parte da aprendizagem do aluno, considerando, assim, que seu desenvolvimento acontece durante a realização desses programas.

Dessa forma, reveste-se de grande valor a rádio no espaço escolar, não somente porque forma, além de estudantes críticos e conscientes, mas técnicos em edição de áudio, eventualmente de vídeo, caso exista blog ou site, locutores, redatores, intérpretes, técnicos de som, etc., proporcionando assim, oportunidades de emprego ou de início de aprendizagem voltada para o mercado de trabalho.

Conlui-se que a rádio escolar não tem como objetivo a formação de radialistas, mas a apropriação dos instrumentais da mídia. Não focaliza apenas momentos de lazer e entretenimento, mas a construção da cidadania e o engajamento em projetos colaborativos para a melhoria das relações sociais em que a discussão sobre temas como sexualidade, saúde, meio ambiente, preconceito, finanças, política, administração, esportes, etc. seja fomentada como forma de minimizar ou erradicar a alienação e a apatia estudantis.

Além disso, a rádio escolar visa a promoção e a socialização entre os alunos, a ampliação do universo vocabular, a valorização  da programação radiofônica, proporcionando a consciência crítica,  a percepção auditiva, a concentração, as diferenças de linguagem e a socialização de saberes.

(Novas) Tecnologias em sala de aula

É impensável, num mundo em que tudo se transforma numa velocidade alucinante, viver, pensar, agir, aprender e ensinar nos moldes seculares e ultrapassados da escola de hoje. Da mesma forma é inconcebível a proibição das modernas tecnologias em sala de aula, justamente, aquela tecnologia usada e abusada fora do contexto educacional.

Não é possível, na atualidade, a escola ignorar e até proibir o uso da tecnologia em suas dependências e ao mesmo tempo utilizar aparelhos, ferramentas, métodos e técnicas ancestrais. 

Esse tipo de atitude gera um conflito fazendo com que os alunos não acatem tais "normas" e as burlem de todas as formas ao ignorar a presença do professor no momento da aula para ouvir música com fone de ouvido, enviar SMS, MMS, e-mail ou acessar páginas de relacionamento e redes sociais. 

Dessa forma, a saída seria o professor se aliar ao aluno e às novas tecnologias, tirando proveito delas e melhorando seu desempenho e o dos alunos.

Mas, como fazer para utilizar celulares, filmadoras, câmeras digitais, DVD, etc. em sala de aula?

Ah! Isso é o que é difícil, pois além de dominar a tecnologia, o professor precisa inovar, improvisar, ter ideias criativas e fascinantes e isso dá trabalho e demanda tempo.

Como afirma Sabrina Vilarinho*:
"o professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros.
O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas."
Assim, é importante considerar que além de não estar, necessariamente, em todas as salas de aula ou em todas as aulas, a tecnologia precisa ser incorporada ao dia a dia do professor da mesma forma que o livro e o quadro. 

Também é fundamental ter consciência que a tecnologia é irreversível e sendo assim, quanto mais cedo a escola se adaptar a ela, melhores resultados advirão, dentre eles aulas prazerosas.
 * http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-tecnologia-sala-aula.htm

Programa Um Computador por Aluno (UCA) será lançado hoje


A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Estado do Paraná, localizada em Fortaleza no bairro do Montese (Av. Alberto Magno, 123), lança nesta sexta-feira, dia 17/06, às 16h30, o Programa Um Computador por Aluno (UCA).

Na ocasião acontecerá aula para as turmas do Ensino fundamental II e Ensino Médio. Os alunos da escola apresentarão ainda um rap sobre o UCA. A Fanfarra da Escola e a Banda do Piamarta farão a abertura da solenidade.

O Programa UCA, que no Estado é apoiado pela UFC Virtual e em parceria com a UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e a SEDUC (Secretaria de Educação do Ceará), visa criar e socializar novas formas de utilização das tecnologias digitais nas escolas públicas brasileiras, a fim de ampliar o processo de inclusão digital escolar e promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e comunicação.

Em Fortaleza, além da Escola Estado do Paraná, o programa também foi implantado na Escola Municipal Monteiro Lobato. Ao todo, nove escolas cearenses de ensino fundamental e médio já receberam mais de 3.600 laptops educacionais. Os municípios de Barreira, São Gonçalo do Amarante, Jijoca de Jericoacoara, Maracanaú, Quixadá, Iguatu, Crato e Sobral já estão com o Programa em pleno funcionamento.


Mais informações
  • Profº. José Aires de Castro Filho, coordenador do Programa UCA no Ceará, Instituto Universidade Virtual. Contato: 3366-9457.
  • Profª. Dilma de Carvalho, diretora da EEFM Estado do Paraná. Contato: 3101-5074.

Fonte: http://uca-ce.blogspot.com/

22º Simpósio Brasileiro de Informática na Educação

A Universidade Federal de Sergipe realizará com a promoção da SBC – Sociedade Brasileira de Computação, conjuntamente com a Universidade Federal de Alagoas e a Universidade Mackenzie, o 22º Simpósio Brasileiro de Informática na Educação e 17º Workshop de Informática na Escola, com o tema “ Informática na Educação para a Democratização do Conhecimento” , no período de 21 a 25 de novembro de 2011, no Centro de Convenções do Hotel Parque dos Coqueiros, Praia de Atalaia – Aracaju – Sergipe.
O Congresso integrado SBIE-WIE tem como OBJETIVO GERAL “apresentar e discutir as pesquisas mais recentes em Informática na Educação e relatar as experiências com o uso das tecnologias digitais no processo de ensino-aprendizagem”. A fim de concretizar o objetivo em tela, se estabeleceu os seguintes OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
  • Integrar os fóruns de discussão sobre a Informática na Educação no Brasil;
  • Divulgar a produção científica nacional na área de Informática na Educação;
  • Proporcionar um ambiente para a troca de experiências e ideias entre profissionais, estudantes e pesquisadores nacionais e estrangeiros que atuam em pesquisa científica e tecnológica nesta área e em áreas correlatas;
  • Reunir pesquisadores, projetistas, estudantes e demais profissionais dos meios acadêmicos, industriais e comerciais, interessados nos avanços e nas aplicações em Informática na Educação;
  • Divulgar e debater  resultados de pesquisa e relatos de experiências na área através de sessões técnicas com a apresentação de artigos;
  • Discutir os principais temas relacionados aos tópicos de pesquisa atuais na área de interesse através de painéis e reuniões técnicas.
A equipe responsável pela coordenação do Congresso está assim composta:
  • Henrique Nou Schneider (UFS), Dr. – Coordenador Geral do Evento e do SBIE 2011
  • Maria Augusta S. N. Nunes (UFS), Dr. – Coordenadora do Comitê de Programa do SBIE 2011
  • Ismar Frango Silveira (Mackenzie), Dr. – Coordenador Geral do WIE 2011
  • Ig Ibert Bittencourt (UFAL), Dr. – Coordenador de Programa do WIE 2011
  • Gláucio José Couri Machado (UFS), Dr. – Coordenador Local do WIE 2011
Composição atual do Comitê Gestor da Comissão Especial de Informática na Educação:
Alex Sandro Gomes (UFPE)
Alisson Brito (UFPB)
André Raabe (UNIVALI)
Crediné Menezes (UFES)
Ig Ibert Bittencourt(UFAL)
Patricia Jaques (UNISINOS)
Ricardo Silveira (UFSC)
Rosa Viccari (UFRGS)
Sérgio Crespo (UNISINOS) – Coordenador